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Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa
Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa · Imagem: Foto: Divulgação/Enel SP

Mais equipes, novos veículos e tecnologia reduziram o tempo de atendimento a emergências de 823 para 306 minutos em São Paulo

Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa
Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa · Imagem: Source: www.metropoles.com

Foto: Divulgação/Enel SP

Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa
Por trás da luz acesa: quem faz a energia da Enel chegar à sua casa · Imagem: Source: www.metropoles.com

Enel | Conteúdo patrocinado

15/10/2026 11:21

“Tia, faltou energia, você não vai lá arrumar?” A pergunta é do sobrinho de cinco anos da eletricista Charleana Silva, quando a luz apaga em casa. Para ele, a resposta é óbvia. Mas para a maioria das pessoas, o caminho da energia até a lâmpada é um mistério, e só ganha atenção quando falta.

Do café da manhã ao celular carregando antes de dormir, quase tudo na rotina depende de uma estrutura que pouca gente vê.

“A operação que existe por trás de uma tomada funcionando 24 horas por dia é muito grande e envolve tecnologia, planejamento e, principalmente, pessoas”, afirma Márcio Jardim, diretor de operações da Enel SP.

Na área atendida pela Enel em São Paulo, são mais de 8,5 milhões de clientes em uma região densa e complexa.

Esse trabalho começa muito antes de alguém acender a luz. Equipes fazem manutenção e inspeções mesmo quando não há nenhum reparo na rede elétrica, enquanto o Centro de Operações monitora a rede em tempo real. Os equipamentos de telecontrole permitem operar trechos da rede a distância, e as podas preventivas, que devem chegar a cerca de 700 mil ações em 2026, reduzem o risco de galhos atingirem os fios em dias de vento e chuva.

“O objetivo é que todo esse trabalho dos bastidores seja quase invisível para o cliente. Quando a pessoa acende a luz e tudo funciona normalmente, significa que essa operação está cumprindo o seu papel”, diz Jardim.

Quando algo dá errado, a resposta também ficou mais rápida. Nos últimos anos, a Enel contratou 1.600 profissionais e ampliou suas bases operacionais de 17 para 23 unidades, o que coloca as equipes mais perto da comunidade. Somados a novos veículos e à automação da rede, esses reforços se refletem no tempo médio de atendimento a emergências, que caiu de 823 minutos em 2023 para 306 minutos em 2026.

Para o diretor, o número ganha sentido quando se olha para quem está do outro lado.

“O trabalho das equipes em campo faz diferença em situações do dia a dia, desde o uso do celular até o funcionamento de casas, pequenos negócios e serviços essenciais”, explica. “Na prática, estamos conseguindo devolver a energia para o cliente muito mais rapidamente.”

Charleana conhece bem esse outro lado. Ela lembra da atuação em campo para realizar um reparo na rede elétrica onde os moradores dependiam da energia para o home office. Da calçada, eles acompanharam cada etapa, da colocação dos equipamentos de proteção ao reparo. “Quando religamos a energia, recebemos uma salva de palmas. As pessoas vieram agradecer, e aquilo me emocionou muito”, conta.

Foto: Divulgação/Enel SP

A eletricista Charleana Silva

“Quem trabalha em campo sabe que cada atendimento tem uma história por trás e que existe uma pessoa esperando a energia voltar.”

Márcio Jardim, diretor de operações da Enel SP

Mais mulheres na equipe

Na rua, nenhum dia é igual, mesmo quando o serviço é conhecido. Se começa a chover no meio de um reparo, a equipe refaz a análise de risco e observa a rede e as árvores próximas. “A segurança da equipe vem sempre em primeiro lugar”, afirma a eletricista.

Outra cena se repete: a surpresa de quem vê uma mulher dirigindo o veículo da empresa e subindo no poste. “Muitos perguntam se também trocamos cruzetas e transformadores. Explicamos que realizamos as mesmas atividades que os homens.”

É essa rotina que Jardim tem em mente quando fala de quem chega à operação. Para os novatos, ele resume a profissão em responsabilidade, preparo e respeito “pelo cliente e pelo colega que está ao seu lado”. E não esconde o orgulho das equipes:

“Chuva, madrugada, trânsito e diferentes desafios em campo… independentemente da dificuldade, existe uma equipe na rua fazendo o trabalho acontecer”.

Charleana admite que, ao entrar no curso de eletricistas da Enel, teve receio de enfrentar uma profissão majoritariamente masculina, mas diz ter sido bem recebida pelos colegas da base.

Hoje, divide histórias com um tio aposentado que trabalhou na área e responde às perguntas do sobrinho com orgulho. “O que me motiva é voltar para casa sabendo que fiz a diferença na vida de alguém”, finaliza.