Eu só queria um carro pra dirigir enquanto gravava a minha passagem. E não é que deu certo? A pauta era de novo sobre a famosa gangue da pedrada. E não que a minha produção goste do assunto, tá? Mas é porque toda hora acontece esse bendito desse roubo!Entrei na viatura da RECORD e falei para o meu repórter cinematográfico Flávio Fernandes: “Hoje, teremos que ser criativos, pois já gravamos de todos os jeitos sobre esse assunto!”. Até que a minha entrevistada para a matéria chegou de carro.Enquanto eu gravava a sonora (a entrevista), eu só pensava: “Meu Deus, essa mulher vai ter que me ajudar e deixar eu dirigir o carro dela!”.Deu certo! Sempre dá. Foram 16 tentativas até sair da forma como queríamos! Sim, dezesseis gravações, sendo que, entre cada uma delas, ainda tinha uma bela de uma volta no quarteirão.Veja um bastidor exclusivo da gravação:Fora isso, ainda precisava coincidir o tempo do meu texto e o movimento do meu cinegrafista com a velocidade que eu dirigia — e ainda encerrar a passagem fechando o vidro e saindo com o carro. Ufa! Cansei até pra contar, rs. Mas valeu a pena. Agora só preciso pagar uma pizza para o Flavinho e para o assistente Gabriel Nascimento, afinal, eles sempre aceitam as minhas ideias mirabolantes!Assista à reportagem completa:✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp






