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Durigan diz que proposta de compra de dívidas pelo governo deve começar após eleições, em 2027
Durigan diz que proposta de compra de dívidas pelo governo deve começar após eleições, em 2027 · Imagem: Source: www.estadao.com.br

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Durigan diz que proposta de compra de dívidas pelo governo deve começar após eleições, em 2027
Durigan diz que proposta de compra de dívidas pelo governo deve começar após eleições, em 2027 · Imagem: Source: www.estadao.com.br

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que a proposta para a compra de dívidas das famílias pelo Tesouro Nacional que está sendo apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve começar apenas após as eleições, no começo de 2027.

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“Estamos apresentando essa proposta para o presidente Lula. Dado que nós vamos ter que fazer leilão, tem uma série de ritos a serem cumpridos, isso deve virar uma proposta do presidente Lula para a população para que a gente efetive a partir do começo do ano que vem”, afirmou Durigan em entrevista ao portal UOL.

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Ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante anúncio do Desenrola Adimplentes, no final de junho Foto: Wilton Junior/Estadão

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Segundo ele, é possível que o Tesouro compre as dívidas mais antigas das famílias, se houver espaço no Orçamento e sem comprometer as trajetórias fiscais.

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“É possível que se consiga comprar essa dívida com deságio de 95% ou mais. Portanto, é possível, sim, que o Tesouro faça essa compra, desde que faça um leilão e obtenha o melhor benefício para a sociedade como um todo e não exija renegociação. Se os bancos mesmos já consideram que são dívidas irrecuperáveis, é importante que a gente limpe o nome das pessoas, tratando isso com o menor impacto fiscal possível.”

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- Brasil endividado: Veja em 6 gráficos como governo, empresas e famílias batem recorde de dívidas

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Segundo ele, haverá uma avaliação se será factível seguir cobrando essas dívidas com descontos ou, eventualmente, fazer a quitação dessa dívida por parte do Tesouro.

O ministro alegou que o nível de endividamento atual no País não é recorde e citou a pandemia. Ele afirmou que os programas de renegociação de dívidas, Desenrola 1 e 2, levaram à queda do endividamento geral no País.

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“Temos que seguir vacinando esse problema do endividamento e não mais falando em renegociações. Nós temos que tratar de dívidas antigas que não foram possíveis de serem renegociadas”, defendeu.

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